Miliciano Adriano Nóbrega, ligado a Flávio Bolsonaro é morto a tiros, na Bahia

Miliciano Adriano Nóbrega, ligado a Flávio Bolsonaro é morto a tiros, na Bahia

- em MUNDO
337

O miliciano Adriano da Nóbrega, conhecido como “Capitão Adriano”, estava convencido de queriam matá-lo, e não prendê-lo, para dar andamento a um plano de “queima de arquivo”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Ligado ao senador Flávio Bolsonaro (sem partido) e citado em uma investigação que apura um suposto esquema de “rachadinha” no gabinete do então deputado na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), Nóbrega foi morto hoje em um confronto com forças de segurança da Bahia. Ele também era investigado pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

Segundo o jornal, o ex-capitão do Bope estava preocupado com os últimos movimentos da polícia quando decidiu ligar para seu advogado, Paulo Emilio Catta Preta, na quarta-feira passada. O miliciano nunca havia falado diretamente com o advogado. Na conversa, ele teria relatado que tinha “certeza” de que queriam matá-lo para “queimar arquivo”. A viúva de Nóbrega teria feito o mesmo relato. Ao Estado de S. Paulo, Catta Preta negou que Nóbrega tivesse uma pistola austríaca calibre 9mm. Segundo a Polícia da Bahia, o miliciano usou a arma para atirar nos policiais quando foi abordado na manhã deste domingo. A polícia diz ainda que, além da pistola, havia mais três armas no imóvel onde Nóbrega foi encontrado.

Da Redação com Estado de São Paulo

Comentários com o Facebook

Você também pode gostar de:

Jovem de Campina Grande morre afogado em praia do Rio Grande do Norte

Um jovem de apenas 20 anos morreu após