Ao imaginarmo-nos em situação de dor, sofrimento ou desconforto, nos questionamos, quase simultaneamente, aonde buscar alento. É inerente ao ser humano. Sofrer, padecer de algum mal ou simplesmente suspeitar que se está doente acende no nosso cérebro um sinal de alerta e nos remete quase involuntariamente à figura do hospital como um local adequado para resolver os nossos problemas.
No entanto nem sempre é no hospital que conseguimos o atendimento adequado. A consequência dessa realidade transfigura-se na imagem de hospitais superlotados, pacientes em corredores, falta de leitos e caos generalizado naquele serviço que, para a maior parte da população, deveria ser o principal provedor de assistência. Realidade que reforça ainda mais o imaginário popular de que faltam hospitais no país capazes de atender as demandas da população.
A dona de casa Madilene Lima comentou na matéria no Blog do Fabiano Moura, em relação a espera no atendimento no Hospital Ana Maria Ramalho Coutinho. Em seu comentário, Madilene denuncia que ela levou o seu filho para fazer uma cirurgia e que chegou às 6h da manhã e só foi atendida exatamente às 14h00 quando já se preparava para ir para sala, a mesma foi informada que não tinha mais anestesia.
CONFIRA O COMENTÁRIO DE MADILENE:

Da Redação
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